Essas nossas brigas
Essas nossas brigas
Capítulo 2
Nic: Mãe... - me balançou me fazendo despertar
Ana: Oi... - respondi ainda sonolenta
Nic: O papai está lá em baixo jogado no sofá, ele tá cheirando a cachaça.
Ana: Nic... Vai se trocar e acorde seu irmão e desçam pra tomarmos café.
Nic: - bufou - Tá bom. - se levantou e saiu do quarto
Depois de ter me trocado desci, meu adorável marido continuava deitado no sofá todo largado e babando.
Ana: Luan acorda. - abalancei ele com força ,ele abriu os olhos assutado - Tem como você fazer o favor de ir pro quarto? Sua filha se levantou e viu o pai dela todo jogado no sofá cheirando a álcool. Você não tem vergonha disso?
Luan: Não vou discutir com você.
Vc: Nem pode, você não tem moral pra isso seu cachaceiro!
Luan: Sua vagabunda. - me empurrou- Você já está me irritando Ana - segurou no meu braco forte -
Ana: Você tá me machucando. - choraminguei sentindo dor.
Luan: Não fica me irritando to falando sério! Minha paciência está se esgotando com você, já estou cansado de ficar ouvindo essa sua voz.
Ana: Me solta Luan, tá me machucando!
Breno: Mãe, o que foi? - desceu as escadas e se aproximou - Solta ela Pai tá machucando ela.
Ana: Sobe pro quarto Breno.
Breno: Não! Solta ela. - se aproximou ,Luan me olhava com ódio, ele me me soltou e subiu as escadas.
Breno: Olha o seu braço, tá marcado.
Ana: Tá tudo bem.
Breno: O que deu nele? A cachaça tá afetando o cérebro dele né? Olha o que e esse maluco fez com você.
Ana: Vem Breno, não quero dar assunto pra isso, vamos fazer nosso café. - dei as costas pra ele fui fazer nosso café da manhã.
Com a ajuda de Breno preparei nosso café da manhã, panquecas, torrada, Waffle ,suco e café.
Logo Nicole desceu ,nos sentamos na mesa e começamos a comer.
Nic: O pai não vai toma café?
Ana: Não.
Breno: Ainda está bêbado demais pra fazer isso.
Ana: Filho termina de toma café logo.
Breno: Tô mentindo?
Ana: - bufei - Olha Breno, será que podemos tomar nosso café paz? - disse estressada, minha voz saiu um tanto alterada
Breno: Desculpa.
Nic: Que isso roxo no seu braço? - Breno me olhou, esperando eu dar a resposta
Ana: Bati.
Nic: A senhora está muito desastrada mãe - riu
Depois do café tirei a mesa e comecei a arrumar algumas coisas da casa que estava fora do lugar. Peguei algumas roupas que estavam suja e fui pra área de serviço lavar.
Ana: Oi... - respondi ainda sonolenta
Nic: O papai está lá em baixo jogado no sofá, ele tá cheirando a cachaça.
Ana: Nic... Vai se trocar e acorde seu irmão e desçam pra tomarmos café.
Nic: - bufou - Tá bom. - se levantou e saiu do quarto
Depois de ter me trocado desci, meu adorável marido continuava deitado no sofá todo largado e babando.
Ana: Luan acorda. - abalancei ele com força ,ele abriu os olhos assutado - Tem como você fazer o favor de ir pro quarto? Sua filha se levantou e viu o pai dela todo jogado no sofá cheirando a álcool. Você não tem vergonha disso?
Luan: Não vou discutir com você.
Vc: Nem pode, você não tem moral pra isso seu cachaceiro!
Luan: Sua vagabunda. - me empurrou- Você já está me irritando Ana - segurou no meu braco forte -
Ana: Você tá me machucando. - choraminguei sentindo dor.
Luan: Não fica me irritando to falando sério! Minha paciência está se esgotando com você, já estou cansado de ficar ouvindo essa sua voz.
Ana: Me solta Luan, tá me machucando!
Breno: Mãe, o que foi? - desceu as escadas e se aproximou - Solta ela Pai tá machucando ela.
Ana: Sobe pro quarto Breno.
Breno: Não! Solta ela. - se aproximou ,Luan me olhava com ódio, ele me me soltou e subiu as escadas.
Breno: Olha o seu braço, tá marcado.
Ana: Tá tudo bem.
Breno: O que deu nele? A cachaça tá afetando o cérebro dele né? Olha o que e esse maluco fez com você.
Ana: Vem Breno, não quero dar assunto pra isso, vamos fazer nosso café. - dei as costas pra ele fui fazer nosso café da manhã.
Com a ajuda de Breno preparei nosso café da manhã, panquecas, torrada, Waffle ,suco e café.
Logo Nicole desceu ,nos sentamos na mesa e começamos a comer.
Nic: O pai não vai toma café?
Ana: Não.
Breno: Ainda está bêbado demais pra fazer isso.
Ana: Filho termina de toma café logo.
Breno: Tô mentindo?
Ana: - bufei - Olha Breno, será que podemos tomar nosso café paz? - disse estressada, minha voz saiu um tanto alterada
Breno: Desculpa.
Nic: Que isso roxo no seu braço? - Breno me olhou, esperando eu dar a resposta
Ana: Bati.
Nic: A senhora está muito desastrada mãe - riu
Depois do café tirei a mesa e comecei a arrumar algumas coisas da casa que estava fora do lugar. Peguei algumas roupas que estavam suja e fui pra área de serviço lavar.
(...)
Estava de costa na pia, lavando algumas vasilhas que estavam na geladeira quando Luan entrou na cozinha, parecia que havia tomado banho, seus cabelos estavam molhados e usava outra roupa.
Luan: Cadê meu café?
Vc: Se você não sabe já são 11:00 horas e se você quiser vai fazer. - me virei e o olhei
Luan: EU TRABALHO A SEMANA INTEIRA O MÊS INTEIRO E QUANDO EU ACORDO NÃO TENHO CAFÉ.
Vc: Luan daqui a pouco eu faço o almoço come qual quer coisa ai.
Luan: NÃO QUERO COMER QUALQUER COISA ANA.
Vc: Tá bom Luan eu vou fazer seu café pra para de me encher a cabeça.
Luan: PERDI A FOME –Subiu-
Nicole e Breno descem correndo com certeza ouviu os gritos estéricos do Luan.
Breno: Mãe o que aconteceu?
Ana: Nada meu amor nada.
Nic: Mais ouvimos os gritos do Papai lá do quarto.
Ana: Coisas nossas meus amores agora vão pra casa dos avos de vocês que eles querem passa o dia com vocês.
Breno: Vai fica tudo bem Mãe?
Vc: Vai filho agora vão e cuidado com sua Irmã.
Breno: Tá bom , Vem Nicole
Nic: Tchau mãe. –abraçei eles foram pra casa da Mari e do Amarildo que mora no mesmo condômino que a gente.
Luan: Cadê meu café?
Vc: Se você não sabe já são 11:00 horas e se você quiser vai fazer. - me virei e o olhei
Luan: EU TRABALHO A SEMANA INTEIRA O MÊS INTEIRO E QUANDO EU ACORDO NÃO TENHO CAFÉ.
Vc: Luan daqui a pouco eu faço o almoço come qual quer coisa ai.
Luan: NÃO QUERO COMER QUALQUER COISA ANA.
Vc: Tá bom Luan eu vou fazer seu café pra para de me encher a cabeça.
Luan: PERDI A FOME –Subiu-
Nicole e Breno descem correndo com certeza ouviu os gritos estéricos do Luan.
Breno: Mãe o que aconteceu?
Ana: Nada meu amor nada.
Nic: Mais ouvimos os gritos do Papai lá do quarto.
Ana: Coisas nossas meus amores agora vão pra casa dos avos de vocês que eles querem passa o dia com vocês.
Breno: Vai fica tudo bem Mãe?
Vc: Vai filho agora vão e cuidado com sua Irmã.
Breno: Tá bom , Vem Nicole
Nic: Tchau mãe. –abraçei eles foram pra casa da Mari e do Amarildo que mora no mesmo condômino que a gente.
Breno narrando
Era bem notório que o clima lá em casa não estava nada bom a muito tempo, meus pais estavam afastados, ele não era mais presente na nossa vida como antes ,pra mim isso não fazia falta.
Nic: Que estranho né Bre?
Breno: Estranho o que? Os dois discutindo? - ri -
Nic: Será que eles vão continuar brigando?
Breno: Não, já está tudo bem.
Chegamos na casa dos nossos avos, toquei a campainha e a porta logo se abriu.
Mari: Oi meus amores.
Breno e Nic: Oi vó.
Mari: Entrem. - deu espaço e nós entramos.
Meu avô estava sentando no sofá assistindo televisão.
Nic: Vôoo - correu e abraçou ele
Amarildo: Oi princesa –abraça Nicole-
Amarildo: e ai mulekão.
Breno: E ai vovôzão –Riu-
Amarildo: Oia o respeito menino – riu-
Mari: Cadê a mãe de vocês?
Breno: Ficou em casa.
Nic: Cadê a tia Bruna?
Mari: Tá na casa da amiga lá em Londrina.
Nic: Ata
Mari: Estão com fome?
Breno e Nicole: Sim
Mari: Fiz estrogonofe.
Breno: EPA vamos lá vó come esse trem.
Mari: -riu- vem gente.
Nos sentamos na mesa de jantar e minha vó serviu o estrogonofe para todos nós.
Amarildo: O pai de vocês já chegou de viajem?
Nic: Sim. Hoje de manhã eu vi ele jogado no sofá cheirando a cachaça pura e ele a mamãe estavam discutindo antes de virmos pra cá.
Amarildo: É verdade Breno?
Breno: Sim, ele gritou com ela. Ele acha que ela é empregada ,só pode, passa a madrugada inteira fora e ainda acha que minha mãe tem a obrigação de fazer alguma coisa pra ele. - RI irônico - Vagabundo - falei baixinho
Amarildo: Eu ouvi o que você falou Breno, trata de respirar seu pai.
Breno: Respeitar ele como? Aquele safado nem respeita minha mãe. - me levantei da mesa e fui pra sala.
Amarildo: Breno vem aqui! - meu avô veio atrás de mim - Isso é modo de falar do seu pai?
Breno: Só falo a verdade. Ele nem merece minha mãe, fica o mês inteiro fora e quando volta sai pra farra como se fosse solteiro ,chega bêbado quase agride minha mãe!
Amarildo: Ele fez isso? Bateu na Ana?
Breno: Hoje de manhã ele estava apertando o braço dela ,deixou roxo. - me sentei no sofá e apoiei minha mão na cabeça
Amarildo: Eu vou conversar com seu pai. Ele ainda discutem?
Breno: Sim.
Amarildo: Eu vou ter uma conversa séria com ele ,eu prometo. Vem vamos comer.
Voltamos pra mesa e comemos juntos e conversamos , um clima totalmente diferente, esquecemos do assuntos de lá de casa e falamos de outro.
Passamos o dia inteiro na casa dos nossos avos , comemos conversamos ,brincamos, é ótimo quando estávamos assim reunidos.
Era bem notório que o clima lá em casa não estava nada bom a muito tempo, meus pais estavam afastados, ele não era mais presente na nossa vida como antes ,pra mim isso não fazia falta.
Nic: Que estranho né Bre?
Breno: Estranho o que? Os dois discutindo? - ri -
Nic: Será que eles vão continuar brigando?
Breno: Não, já está tudo bem.
Chegamos na casa dos nossos avos, toquei a campainha e a porta logo se abriu.
Mari: Oi meus amores.
Breno e Nic: Oi vó.
Mari: Entrem. - deu espaço e nós entramos.
Meu avô estava sentando no sofá assistindo televisão.
Nic: Vôoo - correu e abraçou ele
Amarildo: Oi princesa –abraça Nicole-
Amarildo: e ai mulekão.
Breno: E ai vovôzão –Riu-
Amarildo: Oia o respeito menino – riu-
Mari: Cadê a mãe de vocês?
Breno: Ficou em casa.
Nic: Cadê a tia Bruna?
Mari: Tá na casa da amiga lá em Londrina.
Nic: Ata
Mari: Estão com fome?
Breno e Nicole: Sim
Mari: Fiz estrogonofe.
Breno: EPA vamos lá vó come esse trem.
Mari: -riu- vem gente.
Nos sentamos na mesa de jantar e minha vó serviu o estrogonofe para todos nós.
Amarildo: O pai de vocês já chegou de viajem?
Nic: Sim. Hoje de manhã eu vi ele jogado no sofá cheirando a cachaça pura e ele a mamãe estavam discutindo antes de virmos pra cá.
Amarildo: É verdade Breno?
Breno: Sim, ele gritou com ela. Ele acha que ela é empregada ,só pode, passa a madrugada inteira fora e ainda acha que minha mãe tem a obrigação de fazer alguma coisa pra ele. - RI irônico - Vagabundo - falei baixinho
Amarildo: Eu ouvi o que você falou Breno, trata de respirar seu pai.
Breno: Respeitar ele como? Aquele safado nem respeita minha mãe. - me levantei da mesa e fui pra sala.
Amarildo: Breno vem aqui! - meu avô veio atrás de mim - Isso é modo de falar do seu pai?
Breno: Só falo a verdade. Ele nem merece minha mãe, fica o mês inteiro fora e quando volta sai pra farra como se fosse solteiro ,chega bêbado quase agride minha mãe!
Amarildo: Ele fez isso? Bateu na Ana?
Breno: Hoje de manhã ele estava apertando o braço dela ,deixou roxo. - me sentei no sofá e apoiei minha mão na cabeça
Amarildo: Eu vou conversar com seu pai. Ele ainda discutem?
Breno: Sim.
Amarildo: Eu vou ter uma conversa séria com ele ,eu prometo. Vem vamos comer.
Voltamos pra mesa e comemos juntos e conversamos , um clima totalmente diferente, esquecemos do assuntos de lá de casa e falamos de outro.
Passamos o dia inteiro na casa dos nossos avos , comemos conversamos ,brincamos, é ótimo quando estávamos assim reunidos.
Continua...?
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