Essas nossas brigas
Essas nossas brigas
Capítulo 3
Depois que Breno e Nicole sair pra casa dos avos eu fiz o almoço, o estressadinho só saiu do quarto pra almoçar nem se quer olhou na minha cara.
Quando Breno e Nicole chegaram em casa já era por volta das 18:47 eu estava assistindo um programa na discovery.
Breno: Chegamos mãe.
Ana: Oi meus amores como foi lá?
Nic: Foi legal.
Breno: A casa tá um silêncio o pai tá ai não?
Ana: Não ele saiu.
Breno: Porquê não foi pra casa da vovó fica lá com a gente?
Ana: Estava cansada filho -sorri de lado
Breno: Hum...
Ficamos sentados no sofá conversando, as crianças me contaram o que fizeram na casa dos avos, falamos algumas coisas da escola.
Já era 19:54 quando Luan entrou em casa, as crianças já haviam subido pro quatro ,só estava eu na sala. Desliguei a televisão e fui pro quarto tomar uma ducha, coloquei meu pijama e me deitei na cama , estava cansada, minha cabeça doia um pouco, me virei de costa pra porta e fechei meus olhos pra dormir.
Senti a mão do Luan me tocando e despertei, eu havia cochilado, Luan acariciava meu bumbum, sua outra mão estava no meu seio direito, ele apertava e apalpava ,ele estava tão perto de mim que eu sentia sua respiração em meu pescoço e sentia também sua excitação encostada na minha coxa.
Ana: Luan.
Luan: Oi. - sua voz saiu rouca, isso era sinal que ele realmente estava excitado, mas eu não!
Ana: Me solta Luan. - tirei sua mão de meu peito.
Luan: Curte o momento. - sussurrou em meu ouvido
Ana: Não Luan, eu não quero, você tá me apertando isso tá me irritando caramba! - tirei sua mão bruscamente de mim e me sentei na cama.
Luan: Qual o seu problema Ana?
Ana: Qual o SEU problema Luan? Você briga comigo e quando é agora quer ficar me tocando? Você tá achando que eu sou o que? Uma bonequinha que está aqui pra ter relações sexuais com você ,gemer, gozar e quando for manhã começarmos a brigar de novo?
Luan: Se você fosse minha bonequinha estaria calada e eu estaria te comendo agora. Você transforma tudo em briga não dá pra fazer nada com você.
Ana: Ad suas putas da rua não estão te atendendo mais é? Vai atrás delas.
Luan: Vou mesmo.
Ana: Você não tem nem vergonha de falar isso né.
Luan: Você não pode reclamar de nada Ana, nada! Quando a gente não tem o que comer em casa ,vai atrás do da vizinha.
Ana: Então vai lá nela pra você se satisfazer por que em mim você não toca! - me levantei da cama e fui pro quarto de hóspedes dormir lá.
Quando Breno e Nicole chegaram em casa já era por volta das 18:47 eu estava assistindo um programa na discovery.
Breno: Chegamos mãe.
Ana: Oi meus amores como foi lá?
Nic: Foi legal.
Breno: A casa tá um silêncio o pai tá ai não?
Ana: Não ele saiu.
Breno: Porquê não foi pra casa da vovó fica lá com a gente?
Ana: Estava cansada filho -sorri de lado
Breno: Hum...
Ficamos sentados no sofá conversando, as crianças me contaram o que fizeram na casa dos avos, falamos algumas coisas da escola.
Já era 19:54 quando Luan entrou em casa, as crianças já haviam subido pro quatro ,só estava eu na sala. Desliguei a televisão e fui pro quarto tomar uma ducha, coloquei meu pijama e me deitei na cama , estava cansada, minha cabeça doia um pouco, me virei de costa pra porta e fechei meus olhos pra dormir.
Senti a mão do Luan me tocando e despertei, eu havia cochilado, Luan acariciava meu bumbum, sua outra mão estava no meu seio direito, ele apertava e apalpava ,ele estava tão perto de mim que eu sentia sua respiração em meu pescoço e sentia também sua excitação encostada na minha coxa.
Ana: Luan.
Luan: Oi. - sua voz saiu rouca, isso era sinal que ele realmente estava excitado, mas eu não!
Ana: Me solta Luan. - tirei sua mão de meu peito.
Luan: Curte o momento. - sussurrou em meu ouvido
Ana: Não Luan, eu não quero, você tá me apertando isso tá me irritando caramba! - tirei sua mão bruscamente de mim e me sentei na cama.
Luan: Qual o seu problema Ana?
Ana: Qual o SEU problema Luan? Você briga comigo e quando é agora quer ficar me tocando? Você tá achando que eu sou o que? Uma bonequinha que está aqui pra ter relações sexuais com você ,gemer, gozar e quando for manhã começarmos a brigar de novo?
Luan: Se você fosse minha bonequinha estaria calada e eu estaria te comendo agora. Você transforma tudo em briga não dá pra fazer nada com você.
Ana: Ad suas putas da rua não estão te atendendo mais é? Vai atrás delas.
Luan: Vou mesmo.
Ana: Você não tem nem vergonha de falar isso né.
Luan: Você não pode reclamar de nada Ana, nada! Quando a gente não tem o que comer em casa ,vai atrás do da vizinha.
Ana: Então vai lá nela pra você se satisfazer por que em mim você não toca! - me levantei da cama e fui pro quarto de hóspedes dormir lá.
Luan narrando
Depois que a Ana me deixou no quarto sozinho fui pro banheiro tomar um banho frio pra ver ser eu conseguia dormir ,por que daquele jeito não dava.
(...)
Senti os raios de sol invadirem o quarto e clarear o quarto, me sentei na cama e vi que já era dia , a janela estava fechada porém as cortinas abertas.
Desci as escadas e fui pra cozinha, a casa estava num silêncio total, a mesa de café ainda estava posta, alguns copos na pia, bolo cortado e três pratos sujos mesa ,era sinal que todos já havia tomado café saído. Me sentei já mesa sozinho e me servi.
Desci as escadas e fui pra cozinha, a casa estava num silêncio total, a mesa de café ainda estava posta, alguns copos na pia, bolo cortado e três pratos sujos mesa ,era sinal que todos já havia tomado café saído. Me sentei já mesa sozinho e me servi.
Ana narrando
Parei o carro em frente a escola das crianças e desci juntos com elas.
Ana: Boa aula pra vocês meus amores.
Nic: Obrigado mãe. - dei um beijo na testa dela que entrou pra escola.
Ana: Breno presta atenção na aula de matemática, suas notada estão baixas.
Breno: Tá mãe. Não esquece hoje do meu jogo.
Ana: Até parece que eu esqueceria meu filho. Boa aula tá. Até mais tarde.
Breno: Até. - me despedi dele.
Entrei no carro e fui pra casa que era uns 7 minutos de carro.
Já dentro do condomínio, dirigi até a casa dos meus sogros, morávamos dentro do mesmo condômino mas era difícil ele irem lá em casa e quando iam sempre ligavam antes ou mandavam mensagem, eles eram pessoas muito boa que eu sempre admirei.
Toquei a campainha e logo a porta foi aberta por seu Amarildo.
Amarildo: Ana, você por aqui minha filha.
Ana: Pois é ,como o senhor está seu Amarildo?
Amarildo: Estou ótimo e você?
Ana: Bem graças a Deus.
Amarildo: Vem, a Mari tá lá dentro. - entramos e caminhamos juntos pra sala, dona Marizete estava sentada na sala fazendo crochê atentamente.
Amarildo: Oh Mari quem resolveu aparecer.
Mari: Ana -me olhou deixando as coisas de lado. - Como você está filha?
Ana: Estou bem.
Nos sentamos todos no sofá e começamos a conversar sobre coisas aleatórias.
Mari: E o Luan?
Ana: Quando sai de casa ele ainda estava dormindo.
Amarildo: Ontem o Breno e a Nicole falou que vocês continuam brigando.
Ana: Pois é, coisa de casal, sabe como é né. -falei sem graça
Amarildo: Breno disse que Luan passou dos limites com você, pegou no seu braço.
Ana: O senhor sabe como criança exagera né? Não foi nada de mais, só nos exaltamos demais.
Mari: Não estou gostando de nada disso.
Amarildo: Eu falei ontem pra Mari que eu vou ter uma conversa séria com o Luan, vocês dois se amam pra ficarem brigando desse jeito e estão começando a passar dos limites. Eu sei que vocês são adultos mas eu tenho que me intrometer nisso, vocês dois tem dois filhos.
Ana: Eu entendo. - sorri de lado - É... Hoje o Breno tem um jogo e ele gostaria que vocês fossem - desconversei
Mari: É claro que nós vamos ,até parece que perderiamos.
Ana: Vai ser uma hora naquele campo de futebol depois da escola.
Amarildo: Pode ter certeza que iremos.
Ana: Que bom, ele ficará muito feliz com isso. Eu preciso ir pra casa arrumar lá, nos vermos mais tarde. - me despedi dos meus sogros e fui pra casa.
Chegando em casa Luan estava sentado no sofá assistindo televisão, joguei minha bolsa em cima da poltrona e fui arrumar a casa.
Ana: Boa aula pra vocês meus amores.
Nic: Obrigado mãe. - dei um beijo na testa dela que entrou pra escola.
Ana: Breno presta atenção na aula de matemática, suas notada estão baixas.
Breno: Tá mãe. Não esquece hoje do meu jogo.
Ana: Até parece que eu esqueceria meu filho. Boa aula tá. Até mais tarde.
Breno: Até. - me despedi dele.
Entrei no carro e fui pra casa que era uns 7 minutos de carro.
Já dentro do condomínio, dirigi até a casa dos meus sogros, morávamos dentro do mesmo condômino mas era difícil ele irem lá em casa e quando iam sempre ligavam antes ou mandavam mensagem, eles eram pessoas muito boa que eu sempre admirei.
Toquei a campainha e logo a porta foi aberta por seu Amarildo.
Amarildo: Ana, você por aqui minha filha.
Ana: Pois é ,como o senhor está seu Amarildo?
Amarildo: Estou ótimo e você?
Ana: Bem graças a Deus.
Amarildo: Vem, a Mari tá lá dentro. - entramos e caminhamos juntos pra sala, dona Marizete estava sentada na sala fazendo crochê atentamente.
Amarildo: Oh Mari quem resolveu aparecer.
Mari: Ana -me olhou deixando as coisas de lado. - Como você está filha?
Ana: Estou bem.
Nos sentamos todos no sofá e começamos a conversar sobre coisas aleatórias.
Mari: E o Luan?
Ana: Quando sai de casa ele ainda estava dormindo.
Amarildo: Ontem o Breno e a Nicole falou que vocês continuam brigando.
Ana: Pois é, coisa de casal, sabe como é né. -falei sem graça
Amarildo: Breno disse que Luan passou dos limites com você, pegou no seu braço.
Ana: O senhor sabe como criança exagera né? Não foi nada de mais, só nos exaltamos demais.
Mari: Não estou gostando de nada disso.
Amarildo: Eu falei ontem pra Mari que eu vou ter uma conversa séria com o Luan, vocês dois se amam pra ficarem brigando desse jeito e estão começando a passar dos limites. Eu sei que vocês são adultos mas eu tenho que me intrometer nisso, vocês dois tem dois filhos.
Ana: Eu entendo. - sorri de lado - É... Hoje o Breno tem um jogo e ele gostaria que vocês fossem - desconversei
Mari: É claro que nós vamos ,até parece que perderiamos.
Ana: Vai ser uma hora naquele campo de futebol depois da escola.
Amarildo: Pode ter certeza que iremos.
Ana: Que bom, ele ficará muito feliz com isso. Eu preciso ir pra casa arrumar lá, nos vermos mais tarde. - me despedi dos meus sogros e fui pra casa.
Chegando em casa Luan estava sentado no sofá assistindo televisão, joguei minha bolsa em cima da poltrona e fui arrumar a casa.
(...)
Por volta das onze e meia, eu terminava de estender alguns edredons, voltei pra dentro de casa, Luan descia as escadas arrumado, calça jeans, tênis, blusa preta touca e segurava um óculos na mão.
Ana: Luan vai sair?
Luan: Não te interessa. - respondeu grosseiramente
Ana: Olha Luan, eu não quero brigar. Hoje o Breno tem um jogo ele iria querer muito que você fosse. Quem sabe assim vocês ficam mais próximos.
Luan: Que horas?
Ana: Uma hora.
Luan: Eu encontro vocês lá. - dizendo isso ele me deu as costas e saiu de casa, não me surpreendi com essa sua atitude.
Ana: Luan vai sair?
Luan: Não te interessa. - respondeu grosseiramente
Ana: Olha Luan, eu não quero brigar. Hoje o Breno tem um jogo ele iria querer muito que você fosse. Quem sabe assim vocês ficam mais próximos.
Luan: Que horas?
Ana: Uma hora.
Luan: Eu encontro vocês lá. - dizendo isso ele me deu as costas e saiu de casa, não me surpreendi com essa sua atitude.
Continua...
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