Essas nossas brigas
Essas nossas brigas
Capítulo 22
Depois que fizemos amor no sofá ,me deitei no peito de Jade. A sala estava num total silêncio, não se ouvia nossas vozes apenas o som de nossas respirações ofegantes.
Depois de alguns minutos calados Jade quebrou o silêncio.
Jade: Ainda não acredito que está pedindo a guarda de seus filhos.
Luan: Ue ,porque não?
Jade: Não é óbvio Luan? Depois de tudo o que você fez? Parece até irônico. - riu
Luan: Eu amo meus filhos Jade.
Jade: Aham , eu sei. - falou irônica
Luan: Posso até ter errado mas eu ainda amo eles.
Jade: Você acha mesmo que vai conseguir a guarda deles? Se toca Luan, você já perdeu quase todo o seu dinheiro e ainda vai perder a guarda deles, a mídia já está em cima de você, chega de ficar quebrando a cara, desiste logo disso e vamos vamos viver nossa vida longe daquelas pessoas. Vamos morar no Paraná perto da minha familia, vamos ter filhos , ter nossa própria familia.
Luan: Você acha que se eu tiver filhos com você que eu vou esquecer o Breno e a Nicole? Filhos são insubstituíveis. E outra, não ligo pro que a mídia fala de mim, a vida é minha.
Jade: Você é muito idiota mesmo. - me empurrou me fazendo levantar e começou a catar as roupas dela pela sala e começou a se vestir.
Luan: Tá brava comigo por causa dos meus problemas?
Jade: Tô brava com você por você lutar por essas pessoas que nem ligam pra você! Seu babaca!
Luan: Ah Jade quer saber? Vai a merda! Não sou obrigado. - me levantei e fui pro quarto.
Depois do banho coloquei uma calça Jens preta, blusa azul clara e meu tênis. Já estava quase na hora de ir pro tribunal.
✴Ana Narrando ✴
Eu estava com um frio na barriga ,minhas pernas estavam meio trêmulas. Seu Amarildo se ofereceu pra buscar Breno e Nicole na escola, eu não recusei , não estava com condições de dirigir.
Quando as crianças chegaram com Amarildo elas tomaram banho e almoçaram, não sabíamos por quanto tempo ficaríamos lá no tribunal.
Quando todos já estávamos prontos seu Amarildo nos alertou dizendo que já estava na hora de irmos.
Mari: Boa sorte Ana. - me abraçou
Ana: Obrigado dona Mari.
Bruna: Vai dar tudo certo amiga, você vai ver. - me abraçou também.
Ana: Se Deus quiser sim Bru.
Amarildo: Vem Ana, temos que ir. - nos despedimos de todos e fomos pro tribunal, dona Marizete e Bruna não quiseram ir. De certo ponto parecia que dona Marizete queria que eu ganhasse a guarda das crianças ,mas ao mesmo tempo seu semblante era triste, como se não gostasse daquilo que estava acontecendo, nem eu estava gostando.
Assim que chegamos no tribunal Nando já estava lá em nossa espera.
Nando: Já podemos entrar.
Amarildo: Luan já chegou?
Nando: Sim, já está lá dentro com seu advogado.
Amarildo: Boa sorte Ana, vai dar tudo certo.
Ana: Espero que sim seu Amarildo. - sorri de lado.
Depois de alguns minutos calados Jade quebrou o silêncio.
Jade: Ainda não acredito que está pedindo a guarda de seus filhos.
Luan: Ue ,porque não?
Jade: Não é óbvio Luan? Depois de tudo o que você fez? Parece até irônico. - riu
Luan: Eu amo meus filhos Jade.
Jade: Aham , eu sei. - falou irônica
Luan: Posso até ter errado mas eu ainda amo eles.
Jade: Você acha mesmo que vai conseguir a guarda deles? Se toca Luan, você já perdeu quase todo o seu dinheiro e ainda vai perder a guarda deles, a mídia já está em cima de você, chega de ficar quebrando a cara, desiste logo disso e vamos vamos viver nossa vida longe daquelas pessoas. Vamos morar no Paraná perto da minha familia, vamos ter filhos , ter nossa própria familia.
Luan: Você acha que se eu tiver filhos com você que eu vou esquecer o Breno e a Nicole? Filhos são insubstituíveis. E outra, não ligo pro que a mídia fala de mim, a vida é minha.
Jade: Você é muito idiota mesmo. - me empurrou me fazendo levantar e começou a catar as roupas dela pela sala e começou a se vestir.
Luan: Tá brava comigo por causa dos meus problemas?
Jade: Tô brava com você por você lutar por essas pessoas que nem ligam pra você! Seu babaca!
Luan: Ah Jade quer saber? Vai a merda! Não sou obrigado. - me levantei e fui pro quarto.
Depois do banho coloquei uma calça Jens preta, blusa azul clara e meu tênis. Já estava quase na hora de ir pro tribunal.
✴Ana Narrando ✴
Eu estava com um frio na barriga ,minhas pernas estavam meio trêmulas. Seu Amarildo se ofereceu pra buscar Breno e Nicole na escola, eu não recusei , não estava com condições de dirigir.
Quando as crianças chegaram com Amarildo elas tomaram banho e almoçaram, não sabíamos por quanto tempo ficaríamos lá no tribunal.
Quando todos já estávamos prontos seu Amarildo nos alertou dizendo que já estava na hora de irmos.
Mari: Boa sorte Ana. - me abraçou
Ana: Obrigado dona Mari.
Bruna: Vai dar tudo certo amiga, você vai ver. - me abraçou também.
Ana: Se Deus quiser sim Bru.
Amarildo: Vem Ana, temos que ir. - nos despedimos de todos e fomos pro tribunal, dona Marizete e Bruna não quiseram ir. De certo ponto parecia que dona Marizete queria que eu ganhasse a guarda das crianças ,mas ao mesmo tempo seu semblante era triste, como se não gostasse daquilo que estava acontecendo, nem eu estava gostando.
Assim que chegamos no tribunal Nando já estava lá em nossa espera.
Nando: Já podemos entrar.
Amarildo: Luan já chegou?
Nando: Sim, já está lá dentro com seu advogado.
Amarildo: Boa sorte Ana, vai dar tudo certo.
Ana: Espero que sim seu Amarildo. - sorri de lado.
✴Luan Narrando✴
A porta se abriu e entrou o advogadozinho da Ana, Breno, Nicole e Ana por último, eles se sentaram em cadeiras longe de onde eu estava. Nicole me olhou e sorriu discretamente, sorri de volta pra ela e acenei.
Afonso: Eu sei que sua vontade é ir lá mas não vai ser legal um escândalo agora.
Luan: Acho que seria uma boa um escândalo agora, aí a juíza ia ver que ela não me permite ver meus filhos.
Afonso: Vai por mim, não é, você quer forçar a barra e como você viu a juíza está meio que a favor da Ana. - bufei e continuei sentado no meu lugar calado. Não demorou e a Juíza entrou dando início a sessão.
Começou as perguntas de Nando para mim, depois Afonso perguntou pra Ana, isso durou mais ou menos umas meia hora.
Juíza: Vou pedir que os menores Breno e Nicole venham comigo, uma psicóloga conversar com os dois menores. Ana falou alguma coisa com eles dois e logo eles foram com a Juíza e um policial, os quatro entraram em uma porta que pelo visto era outra sala ou coisa assim.
✴Breno Narrando✴
Afonso: Eu sei que sua vontade é ir lá mas não vai ser legal um escândalo agora.
Luan: Acho que seria uma boa um escândalo agora, aí a juíza ia ver que ela não me permite ver meus filhos.
Afonso: Vai por mim, não é, você quer forçar a barra e como você viu a juíza está meio que a favor da Ana. - bufei e continuei sentado no meu lugar calado. Não demorou e a Juíza entrou dando início a sessão.
Começou as perguntas de Nando para mim, depois Afonso perguntou pra Ana, isso durou mais ou menos umas meia hora.
Juíza: Vou pedir que os menores Breno e Nicole venham comigo, uma psicóloga conversar com os dois menores. Ana falou alguma coisa com eles dois e logo eles foram com a Juíza e um policial, os quatro entraram em uma porta que pelo visto era outra sala ou coisa assim.
✴Breno Narrando✴
Assim que entramos na sala uma mulher que aparentava ter uns quarenta e poucos anos estava sentada lá com um caderninho na mão.
Juíza: Essa é Renata psicóloga há 27 anos ela vai conversar com vocês, fiquem tranquilos tá bom? - eu e Nicole concordamos balançado a cabeça e nos sentamos no sofá de frente a tal Renata.
Renata: Tudo bem, Breno e Nicole.
Breno e Nicole: Aham.
Renata: Vocês estão nervosos?
Nic: Tô um pouco.
Breno: Eu não.
Renata: Quem bom Breno. Isso é bom sabia. O que você está achando de tudo isso?
Breno; Uma palhaçada!
Renata: Porque?
Breno: Por que como sempre o grande Luan Santana tem que tentar acabar com a Paz da nossa família.
Renata: E ele não faz parte da sua família? Aliás ele é seu pai.
Breno: Não faz mais, desde que ele agrediu minha mãe e eu, e ainda por cima tá fazendo a gente passar por tudo isso. Será que ele não pensa que as pessoas ao redor dele está sofrendo?
Renata: Você concorda com o que seu irmão está falando?
Nic: Em algumas coisas sim e outras não. - sorriu de lado.
Renata: Em que você não concorda?
Nic: Que meu pai deixou de ser uma pessoa da nossas família. Ele é nosso pai ,e Pai é eterno assim como Mãe. Ele não deixou de ser meu pai por causa de um erro que ele cometeu.
Renata: Qual a figura do seu pai na sua vida?
Nic: Meu pai é meu super herói, eu sei que ele nunca foi tão presente o quanto queria na nossa via ,mas sempre que ele estava ele tornava aquele momento especial.
Breno: Era bem, mas bem difícil ele está em casa e quando estava era raro.
Nic: Mas e daí? Sempre que ele estava lá ele fazia cada segundo valer a pena.
Renata: Breno você gostaria que seu pai tivesse mais tempo pra vocês?
Breno: Sinceramente não, ele com tempo ou sem tempo cometeria o mesmo erro. Trairia minha mãe, não daria atenção, agrediria a gente outra vez.
Renata: Talvez não.
Breno: Pode acreditar que sim, ele já nasceu com a treta nas veias dele.
Renata: Vocês não gostariam de tentar uma reaproximação?
Breno: Não! Quero ele bem longe da gente pra sermos felizes.
Nic: Eu não quero me afastar do meu Pai, eu amo ele.
Renata: Vocês acreditam que os pais de vocês possam voltar?
Breno: Espero que não. Espero que minha mãe corte esse mal pela raiz de uma vez. Tomara que ela encontre outro homem pra casar.
Renata: Você deixaria sua mãe casar de novo?
Breno: Claro que sim, é a felicidade dela.
Renata: E você Nicole.
Nic: Eu não. Ela e meu pai nasceram um para o outro.
Renata: Se vocês pudessem escolher com quem morar ,quem escolheria?
Breno; Minha mãe é óbvio.
Nic: Minha mãe também. Mas eu também quero morar com meu pai.
Ficamos por mais uns vinte minutos naquela sala , aquela mulher já estava me irritando fazendo tantas perguntas, minha vontade era de dar uma de louco e sair dali gritando feito louco.
✴Ana Narrando✴
Juíza: Essa é Renata psicóloga há 27 anos ela vai conversar com vocês, fiquem tranquilos tá bom? - eu e Nicole concordamos balançado a cabeça e nos sentamos no sofá de frente a tal Renata.
Renata: Tudo bem, Breno e Nicole.
Breno e Nicole: Aham.
Renata: Vocês estão nervosos?
Nic: Tô um pouco.
Breno: Eu não.
Renata: Quem bom Breno. Isso é bom sabia. O que você está achando de tudo isso?
Breno; Uma palhaçada!
Renata: Porque?
Breno: Por que como sempre o grande Luan Santana tem que tentar acabar com a Paz da nossa família.
Renata: E ele não faz parte da sua família? Aliás ele é seu pai.
Breno: Não faz mais, desde que ele agrediu minha mãe e eu, e ainda por cima tá fazendo a gente passar por tudo isso. Será que ele não pensa que as pessoas ao redor dele está sofrendo?
Renata: Você concorda com o que seu irmão está falando?
Nic: Em algumas coisas sim e outras não. - sorriu de lado.
Renata: Em que você não concorda?
Nic: Que meu pai deixou de ser uma pessoa da nossas família. Ele é nosso pai ,e Pai é eterno assim como Mãe. Ele não deixou de ser meu pai por causa de um erro que ele cometeu.
Renata: Qual a figura do seu pai na sua vida?
Nic: Meu pai é meu super herói, eu sei que ele nunca foi tão presente o quanto queria na nossa via ,mas sempre que ele estava ele tornava aquele momento especial.
Breno: Era bem, mas bem difícil ele está em casa e quando estava era raro.
Nic: Mas e daí? Sempre que ele estava lá ele fazia cada segundo valer a pena.
Renata: Breno você gostaria que seu pai tivesse mais tempo pra vocês?
Breno: Sinceramente não, ele com tempo ou sem tempo cometeria o mesmo erro. Trairia minha mãe, não daria atenção, agrediria a gente outra vez.
Renata: Talvez não.
Breno: Pode acreditar que sim, ele já nasceu com a treta nas veias dele.
Renata: Vocês não gostariam de tentar uma reaproximação?
Breno: Não! Quero ele bem longe da gente pra sermos felizes.
Nic: Eu não quero me afastar do meu Pai, eu amo ele.
Renata: Vocês acreditam que os pais de vocês possam voltar?
Breno: Espero que não. Espero que minha mãe corte esse mal pela raiz de uma vez. Tomara que ela encontre outro homem pra casar.
Renata: Você deixaria sua mãe casar de novo?
Breno: Claro que sim, é a felicidade dela.
Renata: E você Nicole.
Nic: Eu não. Ela e meu pai nasceram um para o outro.
Renata: Se vocês pudessem escolher com quem morar ,quem escolheria?
Breno; Minha mãe é óbvio.
Nic: Minha mãe também. Mas eu também quero morar com meu pai.
Ficamos por mais uns vinte minutos naquela sala , aquela mulher já estava me irritando fazendo tantas perguntas, minha vontade era de dar uma de louco e sair dali gritando feito louco.
✴Ana Narrando✴
Demorou bastante até que a juíza e as crianças voltassem pra sala. Eu fazia o possível pra não ter que olhar pra cara do Luan.
Quando finalmente eles saíram daquela sala Breno e Nicole se sentaram ao meu lado, Breno não estava com uma cara nada boa.
Rosa; Bom, vamos dar um intervalo de vinte minutos e voltaremos para decidir a guarda das crianças. - bateu o martelo e saiu.
Continua...
Quando finalmente eles saíram daquela sala Breno e Nicole se sentaram ao meu lado, Breno não estava com uma cara nada boa.
Rosa; Bom, vamos dar um intervalo de vinte minutos e voltaremos para decidir a guarda das crianças. - bateu o martelo e saiu.
Continua...
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