Essas nossas brigas

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Capítulo 18
Acordei cedo e fui fazer minha higiene matinal, coloquei uma roupa confortável e fui fazer o café meu e das crianças.
Olhei pela janela dá cozinha e vi que o céu estava no nublado, o vento sobrava leve ,apenas algumas folhas se mexiam, parecia um clima melancólico.
Fiz torradas ,suco, café, coloquei fruta na mesa, queijo, presunto, peito de peru. Quando terminei de colocar a mesa fui chamar Breno e Nicole para comerem.
Nic: Que mesa linda. - sorriu
Ana: Vamos comer, tô com fome. - me sentei na cadeira e comecei a comer, Breno e Nicole se sentaram e me acompanharam.

(...)
           ✴Luan Narrando✴
Me levantei da cama e vi as horas, nove e trinta e seis dá manhã, logo começaria a audiência. Tomei banho, coloquei uma calça preta ,blusa social branca e um tênis preto.
ouvi a campainha tocando ,sai do quarto colocando o relógio e olhei no olho mágico, era Jade. Abri a porta e ela pulou em cima de mim.
Jade: Meu amor. - me beijou
Luan: O que veio fazer aqui Jade?
Jade: Vim pra te dar apoio - se soltou de mim.- Não gostou?
Luan: Claro que gostei. - dei um selinho nela.
Jade: Você está lindo.
Luan: Obrigado.
Jade: Não vejo a hora de você ficar livre daquela mulher para podermos ficar juntos. - me beijou
Luan: Vamos com calma.
Jade: Já estou calma até demais.
...
Por volta das dez e meia Afonso meu advogado me ligou dizendo que já estava a minha espera no tribunal. Peguei meu ,celular, carteira e fui pra lá.
O tribunal ficava um pouco longe de casa de casa.
Assim que cheguei havia vários repórter na porta, Well veio até a mim junto com outro segurança e fez a escolta pra mim entrar.
Repórter ¹: Senhor Luan como é se separar depois de 17 anos?
Repórter ²: Vocês continuam amigos?
Repórter ³: Depois de se separar da Ana você vai casar com a Jade?
Repórter ⁴: Qual o motivo dá separação de vocês? Foi traição da sua parte?
Conseguimos nos desviar daqueles fofoqueiros e entramos no tribunal, Afonso veio em minha direção e me comprimentou.
Afonso: Como vai senhor Luan?
Luan: Bem Afonso e muito confiante, espero que não me decepcione.
Afonso: Não vou. - sai andando com Well e Afonso aí meu lado, virando o corredor em frente a sala de onde seria a audiência, meus pais estavam lá, junto com Ana, Bruna e um cara que eu não sabia quem era, pelo traje que ele vestia era advogado dela. No mesmo estante eles se viram e ficaram me encarando, principalmente meu pai. Seu olhar transmitia ódio, parecia que ele ia me matar a qualquer momento, o olhar dá minha mãe era estranho, uma mistura de ódio e pena? Não sei, ódio não, minha mãe tem bom coração, me defendeu até quando eu estava errado. Ana não manteve contato visual comigo, ela parecia abatida.
Afonso: Daqui a pouco vamos entrar na sala pra começar audiência.
Luan: Tomara que não demore muito.
Afonso: Não vai.
Fique parado no meu canto esperando até a hora de entrar. Tentei evitar o máximo possível o contato visual com minha família. O jeito da Ana falando com meus pais, eles se abraçando dando força pra ela, não vou dizer que não, mas me abalou.
Logo fomos autorizados para entrar na sala, Ana abraçou meus pais e limpou o rosto que havia vestígio de lágrimas. Junto com meu advogado também fui pra sala, meu advogado entrou primeiro na sala, na hora que fui entrar meu braço foi segurado.
Amarildo: Você não se cansa de fazer mal a ela né?
Luan: Só estou correndo atrás dos meus direitos.
Amarildo: Perdeu seu direito de pai quando agrediu seu filho, acha que vai ganhar o amor deles tirando eles da mãe? Ao contrário só está ganhando mais ódio ainda deles.
Luan: Tá achando que falar essas coisas vai fazer eu desistir? - riu debochado.
Amarildo: Não sabe a merda que está arrumando pra sua vida. - me  empurrou na parede.
Mari: Amarildo para, vai acabar passando dos limites.
Amarildo: Ele merece uma surra pra tomar vergonha na cara.
Mari: Se porrada endireitasse a cadeia não estaria cheia, pode deixar que o destino vai tratar de endireitar ele. - meu pai ficou olhando pra mim e me empurrou me soltando, ele olhou pra minha mãe e saiu andando junto dela. Me recompôs e entrei na sala, me me sentei de frente pra Ana e meu advogado de frente pro advogado dela. Logo entrou uma mulher de roupa preta e se sentou em uma mesa que havia ali.
Rosa: Eu sou Juíza Rosa ,vamos da início ao processo de separação do casal. - bateu com o martelo na mesa.
Continua?
E aí será quem vai ficar com a guarda das crianças? Palpites? 

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